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Eclipse Lunar

30 de set. de 2015
1 min de leitura

No meio da noite, em que a lua se esconde Uma paisagem tão bela, daquela janela via-se em negrume se pôr.

E sem luz, derrotado suspirou, sufocado um jardim sem sonhos de amor

Todos seus odes, em meio a acordes de mágoa e rancor

Via por isto, no céu um aviso de que lá se iam todos os resquícios de seu salvador

Agora quer ela apenas, que daquela janela, uma aquarela de luzes amarelas, anuncie o retorno previsto

Que o astro benquisto, em fulgor imprevisto ilumine belos campos em flor. Trazendo com ele, o amor.

- Denise Moraes Pinho -


 
 
 

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